marcar a conversa
consultoria de marca em São Paulo

a bossa constrói marcas de desejo.

Antes de qualquer campanha, a bossa senta com o CEO de empresas premium e de luxo até ficar decidido o que a marca é e o que ela vende.

Homem de costas num lobby em preto e branco, diante de uma parede de vidro.
Marcas atendidas por Ricardo Piochi na Folhetim e na bossa
ChandonVeuve ClicquotMoët & ChandonDom PérignonFasanoFrattinaSennaAromoElo

A bossa entra quando a empresa vai mudar de mercado, de dono ou de patamar.

Os sinais costumam ser estes: parte da venda só sai com desconto em data comercial; a marca saiu da cidade onde nasceu e ninguém lá fora entende o que ela é; fundador e herdeiro ainda não acertaram o que fica; ou o produto já está à altura das maisons e o preço, a loja e o atendimento ficaram para trás.

quando a venda só sai com desconto → reposicionar para o luxo: quem contratar → empresas de até R$ 5 milhões: o Desire Sprint →

O método da bossa vem de quinze anos com marcas de luxo

Ricardo Piochi trabalha com marcas de luxo desde 2011, quando fundou a Folhetim. Foi na agência que ele adaptou para o Brasil o brandbook de Chandon, Veuve Clicquot, Moët & Chandon e Dom Pérignon, com todas as regras que uma maison impõe a quem a representa aqui.

Em doze anos de agência, o pedido de campanha quase sempre chegava antes de a marca estar decidida. Em 2023, o Piochi abriu a bossa para decidir essa parte com o CEO, com o que aprendeu atendendo as maisons.

O mercado de luxo no Brasil fechou 2024 em R$ 98 bilhões, e a projeção é chegar a R$ 150 bilhões em 2030 (Bain & Company e Valor Econômico, 2025).

Aromo, o case da bossa

Aromo

café

Kit de cafés da Aromo em caixas cor de cobre.

A Aromo se apresenta como a primeira marca de café de luxo do mundo, e a bossa definiu em que faixa desse mercado ela entra.

A identidade e a comunicação vieram depois, com a Folhetim.

o case da Aromo →

A Folhetim fez a Frattina, a Senna Tower e o Pulso Hotel antes de a bossa existir

Frattina

joalheria, 80 anos

Garantia da Frattina com a nova identidade.
Ilustração da Su Misura, linha sob medida da Frattina.

As novas gerações compravam joia na Tiffany e na Van Cleef, e não na maior vendedora de Rolex da América Latina.

A Folhetim reconstruiu a marca com o que a Frattina já tinha de seu havia 80 anos, sem perder o cliente mais velho (que é quem mais compra).

120 pontos de contato redesenhados sob a mesma marca, e uma linha nova, a Su Misura.

o case da Frattina →

Senna Tower

imobiliário, Balneário Camboriú

O nome Senna atrai atenção sozinho, e quem compra um apartamento desses leva meses para decidir.

A campanha da Folhetim proibiu duas coisas com o nome Senna: superlativo gratuito e velocidade como metáfora.

A FG vendeu R$ 1,3 bilhão da torre em três meses de pré-lançamento, com 45 mil leads e R$ 40 milhões em mídia espontânea.

o case da Senna Tower →

Pulso Hotel

hotelaria, São Paulo

Sacola do Pulso Hotel.
Caderno do Pulso Hotel.

O Pulso tinha um prédio de Arthur Casas e nenhuma marca.

A marca que a Folhetim desenhou é discreta como o prédio, do envelope ao caderno e à sacola.

o case do Pulso →

todos os cases →

No Desire Atelier, o CEO decide a marca em quatro sessões com o Piochi

A primeira define quem deseja a marca e por quê. A segunda, a marca em si: a história, a voz, os códigos visuais e os nomes. A terceira, o que ela vende, por quais canais e com quais parceiros. A última fecha o plano dos doze meses seguintes e os números que o CEO vai olhar para saber se deu certo.

O que o CEO decide em cada sessão é o que o time recebe por escrito.

Dois formatos, para empresas que faturam acima de R$ 5 milhões

O Desire Atelier é esse projeto inteiro. O Desire Board vem depois, para quem quiser: o Piochi lê o que o time vai lançar antes que chegue ao consumidor.

conhecer o Atelier → conhecer o Board →

A bossa, a Folhetim e a Persona são do mesmo grupo

O grupo ajuda empresas a vender mais para o cliente premium e de luxo. A bossa vem primeiro. Quando o trabalho pede campanha, identidade, mídia, influência ou imprensa, ele vai para a Folhetim; a loja, a equipe, o encontro com o cliente e o que acontece depois da compra ficam com a Persona.

Os sócios

Ricardo Piochi, retrato em preto e branco.

Ricardo Piochi

fundador da bossa e da Folhetim

Ele conduz cada Atelier pessoalmente, e por isso a bossa abre poucos de cada vez. Vem da administração e começou do lado do cliente, como marqueteiro.

sobre Ricardo Piochi → LinkedIn →

Luis Pradas, retrato em preto e branco.

Luis Pradas

sócio da bossa, fundador da Persona

Antes de fundar a Persona, que opera maisons e faz eventos de marca no Brasil, trabalhou na Moncler, na Itália. Quando o Atelier aponta para a loja, a equipe ou o evento, a marca segue com ele.

sobre a Persona →

Perguntas que a bossa já ouviu

Qual a diferença entre a bossa e uma agência?

A agência faz a campanha. A bossa define com o CEO o que a campanha vai poder dizer.

Todo projeto termina na Folhetim?

Não. No fim do projeto, a bossa diz quem executa cada parte, que pode ser o próprio time da empresa, a Folhetim ou a Persona.

Como funcionam a proposta e o preço?

A primeira conversa não tem custo. Depois dela, a proposta chega com escopo e preço fechados, e o preço depende da duração e de quantas marcas estão em jogo.

A bossa atende fora de São Paulo?

Sim. A base é São Paulo, com viagem quando o projeto pede.

Marque 45 minutos com Ricardo Piochi para falar da sua marca

Ele fala o que enxergou na sua marca. Se houver trabalho para a bossa, a proposta vem em seguida; se não houver, a leitura fica com você, sem cobrança.

Prefere WhatsApp? +55 11 93621-9497

1 Quem é você

Os dados servem só para essa conversa. Como a bossa trata os dados.